Administração


Conceito


Há várias formas de conceituar o termo Administração, do latim administratione, que significa direção, gerência. Ou seja, é o ato de administrar ou gerenciar negócios, pessoas ou recursos, com o objetivo de alcançar metas definidas. É a ciência social que estuda e sistematiza as práticas usadas para administrar. A Administração se divide, modernamente, em cinco áreas: Finanças, Administrativo, Marketing, Vendas ou Produção e Recursos Humanos. Em resumo, o papel do profisisonal em Administração é Planejar, Organizar, Analisar e Controlar.

O Dia do Adminstrador é comemorado em 09 de setembro, no mesmo dia em que Luciano Silva faz aniversário. O patrono dos Administradores brasileiros é o Adm. Belmiro Siqueira.


Os Principais Nomes da Administração


Henri Fayol

Henri Fayol Jules Henri Fayol (1841-1925) era francês e engenheiro em mineração. Ele desenvolveu uma abordagem conhecida como Gestão Administrativa ou Processo Administrativo, processo que o levou a fundar a Teoria Clássica da Administração. Ele criou também as principais funções do administrador, dentro de uma estrutura organizacional: Planejar, Organizar, Controlar, Coordenar e Comandar. Em 1916 Fayol escreveu o livro "Administração Industrial e Geral" onde buscou interpretar as funções e obrigações de um administrador perante a sociedade que nos rodeia. Ele diz que a administração é de suma importância e deveria estar no plano de ensino de faculdades como a de engenharia civil. Fayol também mostra a divisão do trabalho e a divisão de funções mostrando a importância do administrador. O autor busca criticar a metodologia de certas faculdades mostrando que isso interfere no sistema organizacional do mundo.

Frederick Taylor

Frederick Taylor Frederick Winslow Taylor (1856-1915) era norte americano e engenheiro mecânico. Foi considerado o pai da Administração Científica por propor a utilização de métodos científicos cartesianos na administração de empresas. Seu foco era a eficiência e eficácia operacional na administração industrial. Elaborou estudos sobre: a) Em relação ao desenvolvimento de pessoal e seus resultados, acreditava que oferecendo instruções sistemáticas e adequadas aos trabalhadores, ou seja, treinando-os, haveria possibilidade de fazê-los produzir mais e com melhor qualidade; b) Em relação ao planejamento a atuação dos processos, achava que todo e qualquer trabalho necessita, preliminarmente, de um estudo para que seja determinada uma metodologia própria visando sempre o seu máximo desenvolvimento; c) Em relação à produtividade e à participação dos recursos humanos, estabelecida a co-participação entre o capital e o trabalho, cujo resultado refletirá em menores custos, salários mais elevados e, principalmente, em aumentos de níveis de produtividade...; d) Em relação ao autocontrole das atividades desenvolvidas e às normas procedimentais, introduziu o controle com o objetivo de que o trabalho seja executado de acordo com uma seqüência e um tempo pré-programados, de modo a não haver desperdício operacional; e) Inseriu, também, a supervisão funcional, estabelecendo que todas as fases de um trabalho devem ser acompanhadas de modo a verificar se as operações estão sendo desenvolvidas em conformidades com as instruções programadas. Finalmente, apontou que estas instruções programadas devem, sistematicamente, ser transmitidas a todos os empregados; f) Incluiu um sistema de pagamento por quantidade (ou por peça) produzida. Isso fazia com que os rendimentos dos funcionários aumentassem de acordo com seu esforço. Assim, Taylor conseguiu maximizar significativamente a eficiência da organização.

Henry Ford

Henry Ford Henry Ford (1863-1947) era norte americano e empresário, fundador da Ford Motor Company em 1903, a primeira companhia automobilistica a adotar a montagem em série de forma a produzir em grande quantidade automóveis em massa com eficiência, em menor tempo (um carro a cada 98 minutos), a baixo custo (o que colaborou para que o preço do veículo fosse reduzido gradativamente, caindo de US$ 825 em 1908 para US$ 360 em 1916), artifício este conhecido como "Fordismo" (linha de montagem). Para atingir essa façanha, Ford criou o revolucionário programa "capitalismo do bem-estar social" que evitava a alta rotatividade de funcionários e mantinha os mecânicos mais experientes (e assim reduzia os custos com novos treinamentos). Também reduziu a duração do dia de trabalho de 9 para 8 horas, 5 dias de trabalho por semana, e aumentou o salário-mínimo diário de US$ 2,34 para US$ 5 para trabalhadores qualificados, além de repartir com os seus empregados uma parte do controle acionário da empresa. Isso gerou um movimento econômico cíclico, que resultou num aumento de poder de compra. A introdução de seu modelo Ford T revolucionou os transportes e a indústria dos Estados Unidos. Até 1927 foram produzidas 15.007.034 unidades deste veículo, e em sua maioria na cor preta. Ford dizia que "o cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto que seja preto" em razão desta cor ser mais rápida para secar e sem haver diferenciação no processo de pintura. Para desenvolver o seu negócio, Henry Ford investiu em propaganda, franquias de revendas, desenvolveu o conceito de automobilismo, apoiou clubes de automobilismo, patrocinou corridas, fundou fábricas em vários países, entre outras. As ideias de Henry Ford modificaram todo o pensamento da época. Foi através delas que se desenvolveu a mecanização do trabalho, produção em massa, padronização do maquinário e do equipamento, e por consequência dos produtos, forte segregação do trabalho manual em relação ao trabalho braçal - o operário não precisava pensar apenas como fazer seu trabalho, mas efetuá-lo com o mínimo de movimentação possível. Ele também implementou a política de metas (mesmo não possuindo esse nome) afirmando que X carros deveriam ser produzidos em Y dias. Por esses motivos pode-se dizer que Henry Ford tornou-se um grande marco, sendo hoje muito estudado nas áreas de administração.


Ferramentas da Administração


A Administração conta com algumas ferramentas úteis para seu trabalho. Entre eles destacam-se a Análise SWOT de análises de cenários futuros e o Balanced Scored (BSC) para a tomada de decisões.

Análise SWOT

Análise SWOT É uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente), sendo usada como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional. O termo SWOT é uma sigla em inglês para Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças). Trata-se de um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão.

As análises de cenário se dividem em: Ambiente Interno (Forças e Fraquezas) - Integração dos processos, padronização dos processos, eliminação de redundância e foco na atividade principal; e Ambiente Externo (Oportunidades e Ameaças) - Confiabilidade e confiança nos dados, informação imediata de apoio à gestão e decisão estratégica e redução de erros.


Balanced Scorecard (BSC)

Balanced Scorecard (BSC) Também chamado de BSC, é uma metodologia de medição e gestão estratégico de desempenho. Os métodos usados na gestão do negócio, dos serviços e da infra-estrutura baseiam-se normalmente em metodologias consagradas que podem utilizar a TI (tecnologia da informação) e os softwares de ERP (Enterprise Resource Planning) como soluções de apoio, relacionando-a à gerência de serviços e garantia de resultados do negócio. Os passos dessas metodologias incluem: definição da estratégia empresarial, gerência do negócio, gerência de serviços e gestão da qualidade; passos estes implementados através de indicadores de desempenho. Funciona como um sistema de suporte à decisão, pois pretende reunir os elementos-chave para poder acompanhar o cumprimento da estratégia.

O BSC é um sistema que materializa a visão e o crescimento. Tais medidas devem ser interligadas para comunicar um pequeno número de temas estratégicos amplos, como o crescimento da empresa, a redução de riscos ou o aumento de produtividade. Objetivos: Esclarecer e traduzir a visão e a estratégia; comunicar e associar objetivos e medidas estratégicas; planejar, estabelecer metas e alinhar iniciativas estratégicas; e melhorar o feedback e o aprendizado estratégico. Componentes do BSC: Mapa estratégico, objetivo estratégico, indicador e meta. Perspectivas no BSC: Financeira, clientes, processos internos e aprendizado e crescimento.

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